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Municípios

Chiapetta

Informações Gerais

Carlos Chiapetta, um imigrante italiano, chegando ao Brasil, em 1883, fixou-se no município de São Gabriel, onde se casou com Victória Carvalho d’ Ávila. O casal teve os seguintes filhos: Miguel Ângelo, José Gabriel, Dante Barromeu, Eleutherio, Enedina, Diva, Iracema, Carvi, Haydeê, Thomásia, Pedro ( Falecido quando criança ) e Leovegilda. Por volta de 1902, adiquiriu de Francisco Annes da Silva, a Fazenda Monte Alvão, que nesta época correspondia, ainda, à grande parte do atual município de Chiapetta, excetuando-se as Fazendas As Brancas, Faxinal, Azambuja, e terras nas localidades de Rincão dos Stradas e Linha São José. Por outro lado, a fazenda excedia o município, ao norte,chegando próximo ao perímetro urbano de Inhacorá; ao oeste, ia até a foz do Rio Passo Fundo, também no município de Inhacorá; e ao sul, adentrava no município de Catuípe. Media a Fazenda, “ cinco léguas mais ou menos” ou 23 mil hectares. Tinha, nesta época, as seguintes invernadas: Rincão da Roça, Rincão da Barra, Campo do Fundo, Invernada da Tropa, Invernadinha, Batinga e Inhacorá.
Em 1927, Carlos Chiapetta, retornou a Itália em busca de tratamento médico, vindo a falecer em 12 de janeiro de 1928, sendo sepultado naquele pais.
A viúva, dona Victória, com seus demais herdeiros,deram início, em 1936, a colonização da área de matos da fazenda, cerca de 6.000 hectares. As áreas de campo foram partilhadas entre os herdeiros, sendo que, atualmente, alguns descendentes ainda conservam o seu quinhão.
O plano de colonização foi elaborado pelos engenheiros Iran Cunha e Januário Fernandes, incluindo uma área para a sede: o ponto mais elevado do divisor de águas entre os afluentes dos rios Inhacorá e Buricá, no limite com terras da Fazenda Faxinal ( atual localidade de São Judas Tadeu ). Este local é hoje a cidade de Chiapetta.
Victória Carvalho d’Avila Chiapetta faleceu em 27 de dezembro de 1947, na cidade de Ijuí, onde foi sepultada. Posteriormente seus restos mortais foram transladados para São Gabriel onde repousam no cemitério daquela cidade.
Motivados pela colonização promovida pela família Chiapetta, outros proprietários colonizaram, ou venderam esporadicamente, áreas de terras menores a partir de 1936. Como por exemplo, Isidro Kurtz, em As Brancas; José Furian, Avelino Lemos, e os irmãos Mitri em São Judas Tadeu; e os sucessores de Marçal Dias dos Santos, João Batista Pires e Laurindo Umbelino de Oliveira, na divisa com o município do Inhacorá, entre o Rincão dos Stradas e a Linha São José.      
 
 
4.1.3 - Município de CHIAPETTA – Da Colonização à Emancipação
 
A área que corresponde ao município de Chiapetta, segundo a mais antiga divisão territorial do Estado, de 1809, pertenceu inicialmente ao município de Rio Pardo, posteriormente a Cruz Alta e, a partir de 1873, com a emancipação de Santo Angelo, passou a pertencer a este, fazendo parte do 2º Distrito que tinha sua sede na localidade de Santa Cruz, no atual município de Catuípe, posteriormente, na estação Rio Branco, hoje cidade de Catuípe. Quando Inhacorá passou à condição de Distrito, Chiapetta passou a fazer parte deste, como 7 º Distrito de Santo Angelo.
Com a colonização, a partir de 1936, o nosso município passou a ser conhecido como “ Colonização Chiapetta” ou, “ Colônia Chiapetta”. A sede da colonização passou a ser denominada “Sede Dona Vitória”, mais tarde “Sede Chiapetta”. Com a colonização veio o desenvolvimento. Assim a localidade foi elevada à condição de “zona administrativa autônoma”, em 17 de janeiro de 1950. Em 18 de novembro de 1952, passou a condição de sub-distrito. Em 31 de maio de 1955, foi elevada a distrito de Santo Ângelo, desmembrando-se do Inhacorá.
Com a emancipação de Catuípe, em 1961, passamos a pertencer a este município, como 3º Distrito.
Os limites territoriais do Distrito de Chiapetta correspondiam aos limites das antigas fazendas Monte Alvão, As Brancas, Faxinal e parte da Fazenda Azambuja, na época da colonização.
Teve nomeado subprefeito, Mario Teixeira Neto, em 16 de julho de 1953, sendo sucedido por Leopoldo Scherer, em 16 de janeiro de 1956, e outros, até a emancipação.
Da colonização à emancipação, a militância política foi insignificante. Surgiram neste período duas lideranças locais de posições antagônicas: Alfredo Reinheimer, simpatizante do Partido Social Democrático ( PSD ), e Irineu Martins, simpatizante do Partido Trabalhista Brasileiro ( PTB ). Havia também alguns simpatizantes do Partido Libertador ( PL ) e do Partido de Representação Popular (PRP). Não foi eleito nenhum vereador no período em que Chiapetta pertenceu a Santo Ângelo, que fosse oriundo deste distrito. Somente com a emancipação de Catuípe, quando da escolha da primeira legislatura, foi eleito vereador, o professor Nercy Daniel Hilgert. Na eleição de 1963, Werno Konrad foi eleito vice-prefeito de Catuípe , pelo PTB.
Na primeira metade dos anos 1960, diversas localidades pleiteavam a emancipação política-administrativa. As lideranças do distrito de Chiapetta, tendo em vista o grau de desenvolvimento que a localidade adquirira, não ficaram alheias a esta “onda emancipacionista” e começaram a se mobilizar em torno deste objetivo.
Em 05 de julho de 1964, no salão Pedro Fleck ( Salão Beck ), houve a primeira grande assembléia, na qual participaram umas duzentas pessoas, com o objetivo de iniciar os trabalhos em prol da emancipação.
A Comissão Emancipacionista ficou assim constituída: Armindo Wolff, presidente; Armindo Hentz, vice-presidente; Romirtto Diettrich, secretário; Theófilo Franco, segundo secretário; Selvino Andrighetto, primeiro tesoureiro; e Alfredo Van Der Sand, segundo tesoureiro.
Inicialmente tentou-se incluir na área emancipanda as localidades de Coroados, São Luiz e o Toldo Indígena, então pertencentes ao município de Santo Augusto. Mas o prefeito daquele município não concordou em ceder as referidas localidades, ficando ao final como área emancipanda, somente o distrito de Chiapetta.
Em 24 de outubro de 1965, realizou-se a Consulta Plebiscitária exigida por lei, sendo que votaram 460 eleitores, dos quais 447 votaram SIM; 10 votaram NÃO; e 03 votaram em BRANCO.
Em 15 de dezembro de 1965, a Assembléia Legislativa do Estado aprovou a criação do município de Chiapetta, sob a Lei Nº 5155.
A Comissão Emancipacionista optou por manter o nome “Chiapetta”, como era conhecida a localidade, desde os tempos da colonização, em homenagem a família originalmente proprietária da maior parte das terras do agora município. ( Fonte: Chiapetta, um Resgate de sua História, Professor de História Elton Brzezinski – 2005 )  
 
 
4.2 -Localização
 
 
O Município de Chiapetta está localizado na região Noroeste Colonial do Rio Grande do Sul, Microrregião de Ijuí e Mesorregião Noroeste Riograndense.
- Altitude média de 474 metros do nível do mar
- Posição Geográfica: 54º 45’ - 54º 01’ ( W )
                                   27º 51’   - 28º 05’ ( S )
- Altitude da cidade : 484 metros do nível do mar
- Posição geográfica da sede do município:
                                    27º 55’ 364” – ( S )
                                    53º 56’ 492” – ( W )  

Fone: (55) 3784 1300/ (55) 3784 1305
Site:http://www.pmchiapetta.com.br/
E-mail: imprensa@chiapetta.rs.gov.br

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