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Municípios

Humaitá

Informações Gerais

 

 

 A luta pela conquista do espaço e a vontade de desbravar novas terras faz do homem escritor de sua própria história. Desvendá-la nos reserva surpresas e certezas da bravura de um povo que foi em busca de seus ideais, mudando seu meio e traçando suas marcas neste solo.

      Humaitá prova exatamente que a vontade de vencer está no sangue daqueles que para cá vieram e aqui estão, ligados fortemente na história de outros povos, de outros municípios. Uma ligação íntima, honesta e guerreira que orgulha os antepassados, reverenciados pelos seus descendentes, que prosseguem através do tempo, o trabalho e a luta iniciada por eles.

      Ainda em tempos, que esta terra era coberta pela mata, os índios e caboclos, já ocupavam as clareiras naturais formadas pela natureza. Sabe-se que, possivelmente, os índios Kaingangs, descendentes dos Gês, que hoje vivem nas reservas indígenas da Guarita e Inhacorá, eram os senhores das terras, nas quais no presente reside o povo de Humaitá e arredores.

     A colonização da região data por volta de 1909, com a chegada dos descendentes de alemães e italianos, que na intenção de explorar e povoar as terras, pela sua excelente qualidade e por pertencerem ao Estado, fixaram residência no interior do município.

   Com o tempo, além do cultivo de cereais, a exportação de madeira e a extração da erva-mate foram intensificadas. Inclusive, constam registros de que ocorreram vários conflitos pela posse dos tão apreciados ervais, entre índios e colonizadores.

      Em meados de 1936, começaram a serem vendidos os primeiros lotes das terras públicas para os imigrantes, pela companhia Dahner Conceição e Cia, fazendo com que, os nativos e caboclos, fossem emigrados para o Vale do rio Uruguai e Guarita.                           

      No entanto, cem anos antes dos primeiros passos da colonização, inicia-se o ciclo evolutivo deste pedaço de chão. Quando em abril de 1809, foi criado o município de Rio Pardo, que abrangia mais da metade do território do Rio Grande do Sul.

      Dez anos mais tarde, ocorreu a criação de Cachoeira do Sul, o qual passou a ser o maior município da capitania. Então, desmembra-se de Cachoeira, em 1834, Cruz Alta. Sob sua autonomia estava Humaitá que fazia parte do 4º distrito de Campo Novo, depois passa a pertencer a Palmeira das Missões, no ano de 1874; Três Passos em 1944 e Crissiumal, 1955.            

Emancipação: conquista da autonomia

      Ainda no ano de 1955, no dia 20 de junho, foi criado o distrito de Humaitá. A partir daí, a esperança de construir um município autônomo crescia junto com o progresso da Vila.

      O movimento emancipacionista foi liderado pelo médico Rafael Spritzer, junto de Eugen Rodolfo Kreher, Artur Frantz, Ermínio Ribeiro Gessi, Augusto Justo Rossato, Afonso Seibt, Sady Manjabosco Sandri, Afonso Weber, Benno Diesel, Otto Bamberg, entre outros nomes.

     Os resultados alcançados pelo movimento vinham sendo percebidos no decorrer dos meses, até que em 30 de novembro de 1958, aconteceu o plebiscito pró-emancipatório com a grande maioria dos votos favoráveis.

      Finalmente, destacando-se como o 135º município criado no Estado, em 18 de fevereiro de 1959, emancipa-se Humaitá. Mas, somente no dia 1º de março, foi tornada pública a emancipação.

    Cogita-se, que um dos fatores importantes que contribuíram para esta grande conquista, foi à chegada da iluminação elétrica, antes mesmo da sede municipal, na época Crissiumal.

Primeiros habitantes: povo que fixou suas raízes

      O desenvolvimento rápido, sustentado pelo crescimento demográfico, o qual registrava quantidade expressiva de filhos por família, aliado ao desejo das novas terras com valores baixos, estimulava a vinda dos imigrantes italianos e alemães para as matas do Alto Uruguai.

    Os primeiros habitantes que formaram o povoado humaitense, chegaram aqui por volta de 1936, quando começaram a ser vendidos os primeiros lotes de terras. Com foices, machados, serras e juntas de bois, abriram lavouras e construíram estradas. Plantaram e cultivaram plantações.

    Apesar de não ser possível afirmar com certeza quem foram os pioneiros deste solo, todavia, destacamos famílias as quais pertenciam os primeiros comércios instalados aqui, como: os Bamberg, Chiogna, Diesel, Funquetto, Frantz, Frizzo, Klein, Hartmann, Henemann, Mallmann, Maelher, Müller, Rossato, Ruwer, Setim, Sormani, Schedeger, Stumm e muitas outras, que viviam em zonas mais afastadas do lugarejo e trabalhavam em serviços campeiros e agrícolas.

      Nem as grandes dificuldades encontradas na época por estas famílias, fez com que desistissem da vontade de conquistar novos horizontes. Povo que fixou suas raízes neste espaço, sendo responsáveis pelo crescimento de Humaitá.

A marca do nome

      Talvez a guerra do Paraguai, ocorrida entre os anos de 1865 a 1870, quando aconteceu a conquista da fortaleza de Humaitá, tenha sido a grande protagonista que originou o nome do município. Ou ainda, por causa de uma tribo indígena existente nesta região, em que o cacique era chamado Humaitá.

     Na verdade, ninguém sabe ao certo qual dessas versões é a verdadeira, mas independente delas, a marca deste nome inspirou o desenvolvimento e a vontade de vencer do povo.

      Os belos jardins cultivados pelos habitantes, as belezas naturais do lugar e os canteiros floridos e arborizados das avenidas, foram os principais motivos que no ano de 1973, Humaitá recebeu o cognome de Município Jardim.

Fone: (55) 3525-116
Site:http://www.humaita.rs.gov.br/
E-mail: contato@humaita.rs.gov.br

Localização

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